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Metodologia Business in Hand

Business In Hand ®

Vislumbrando o atual cenário da economia brasileira a Open Point Partners desenvolveu sua metodologia Business in Hand®, cuja finalidade é aplicar a experiência e conhecimento técnico de executivos brasileiros, na integração entre as oportunidades do mercado local com as diretrizes globais de desenvolvimento de negócios.

a. Crescimento e expansão de seus negócios

Nossa metodologia busca captar e sistematizar o processo dinâmico de cada segmento. Empresarialmente é um tanto complexo manter os olhos focados no mercado quando a estrutura interna demanda uma atenção tão grande. Trabalhamos com foco nos principais ativos de cada companhia bem como na análise diferenciada da complexidade da cadeia organizacional e mitigação de riscos. O estabelecimento de uma estrutura eficiente de governança é a diferença na geração de atratividade de investimentos para expansão. Trabalhamos a Modelagem de Valor de empresas. Atuamos nos buy side e sell side ou em oportunidades de joint-ventures, fusões, aquisições e alianças.

b. Entrada de capital externo e o desafio da viabilização de crescimento e/ou diversificação de investimentos de forma austera com visão de longo prazo

A graduação do Brasil, em 2008, como destino seguro de investimento internacional fará com que os próximos 5 a 10 anos sejam certamente aqueles em que o país estará em destaque como nunca no contexto internacional.

"Bolha da Internet", "Bolha hipotecária", vapor no mercado financeiro. Wall Street, Tóquio, Londres e Frankfurt. Grandes centros captadores de investimentos historicamente estão pulverizando seus recursos para mercados emergentes. Há um contexto de irreversível redirecionamento de recursos do sistema financeiro para o sistema produtivo. Grandes grupos, corporações, fundos de investimento públicos, privados e paragovernamentais estão cada vez mais próximos do Brasil.

A Open Point Partners prepara, estrutura e direciona empresas para o cenário altamente competitivo e de oportunidades que está sendo consolidado.

Family Business

Cerca de 66% do PIB brasileiro é gerado por empresas familiares. Os holofotes do mundo estão voltados para este nicho sensacional de mercado, fonte de algumas das maiores e melhores oportunidades de investimento em processo produtivo.

Houve algumas mudanças muito relevantes nos processos de transição das empresas familiares no últimos 40 anos. Porém nenhuma geração encontrou uma realidade tão diferente das anteriores quanto esta que se prepara atualmente para assumir os negócios. Reengenharia, downsizing, spin-off, turnaround. Um sem número de teorias, ferramentas e aplicações dos diferentes princípios de gestão e estratégia migram dos diversos Campus Universitários mundo afora e das prateleiras de bibliotecas diretamente para as mesas de reunião das empresas familiares.

Será de fundamental importância a identificação por parte de todas as famílias e suas respectivas empresas, quanto suas estruturas estão sendo preparadas para o processo sucessório. Por mais antagônico que possa parecer, enviar um herdeiro para a melhor universidade de business do mundo, fazê-lo viver uma experiência como executivo em um dos maiores grupos financeiros dos EUA e vê-lo ser promovido sistematicamente não garante que seja a melhor pessoa para dar prosseguimento ao negócio da família.

Disposição para assumir riscos. Níveis aceitáveis de endividamento. Padrões de gestão da tesouraria. Políticas de remuneração. Foco no cliente? Foco nas despesas? Investir em Inovação?

Cada vez mais as empresas terão que cumprir a difícil tarefa de mensurar seus riscos e analisar seu vínculo emocional.

Equilibrar as relações pessoais, paternalistas, conjugais e sentimentais visando permitir que um caminho sólido, claro e estrategicamente positivo seja trilhado pela organização.

Talvez não seja promovendo uma filha ou um genro. Talvez seja transformando um sobrinho no novo presidente. Eventualmente poderá ser o momento de antecipar a aposentadoria do patriarca.

A Open Point atua como uma referência de apoio aos gestores e às famílias na análise de alternativas e no dimensionamento das reais oportunidades que um eventual processo de desinvestimento pode trazer. Muitas vezes transformar uma história de luta em prêmio financeiro pode ser o melhor caminho para que as prioridades possam ser respeitadas e o devido reconhecimento venha na melhor forma de direito.

Governança Corporativa

Governança não é só para grandes Corporações, é para o futuro da sua empresa

Acompanhando o fluxo de entrada de investidores internacionais, o empresariado brasileiro tem sido sensibilizado pela necessidade de transparência. Novos ERP’s, auditoria externa e alguns exemplos importantes de IPO (abertura de capital) foram mais do que suficientes para mostrar às empresas controladas por capital nacional as diferenças entre aqueles que aplicam práticas de governança e os que não aplicam.

Em um artigo recente, o ex-consultor da PwC e ex-sócio da Open Point, Diego Godoy afirmou: "Tendo a visão de um investidor, quais os fatores primordiais para a decisão do investimento em uma empresa? A resposta seria composta de uma série de itens como solidez, rentabilidade histórica, imagem corporativa, presença e participação de mercado, et cetera. A pergunta que nos leva para uma análise criteriosa de um negócio é: através de que ferramentas de gestão a exposição do ponto de vista de negócios, unida a imagem, ao marketing, garante que as informações geradas dentro de uma empresa e publicadas, levadas ao mercado, são realmente verdadeiras e confiáveis? A resposta, nesse caso, é taxativa, governança corporativa."

A Open Point conduz empresas brasileiras através do caminho rumo à transparência e a confiabilidade. Realiza o plano e mantêm o foco do empreendedor em seu negócio principal e fazendo com que a parceria seja o apoio no processo de desenvolvimento de governança.

Business Valuation

Business Valuation – BvX

"Valor da empresa é o equilíbrio de preço, condições e estrutura do negócio que satisfaça as necessidades de todas as partes de uma transação de M & A" - Mike Adhikari

Open Point traz ao Brasil o mais recente método para desenvolver a avaliação de um negócio. É o método BVX. Ele fornece avaliações altamente precisas porque tem o foco em espelhar operações de venda na vida real. Esta precisão é um resultado direto da abordagem BVX de determinação do valor de negócio, satisfazendo as necessidades de todas as partes envolvidas na compra e venda de uma empresa. Como exemplo, BVX satisfaz a necessidade do vendedor calculando o preço máximo "possível", observando-se a necessidade do comprador de retorno sobre investimento (ROI) e a equidade de dinheiro envolvida.

Esta metodologia não resulta apenas em um valor numérico para o negócio, mas também os termos associados, a estrutura do negócio, e os pressupostos de funcionamento (Laudo de Máximo Valor Transacionável). Portanto, a avaliação BVX será diferente por comparar diretamente uma operação 100% em dinheiro frente a uma operação de Gap-finance (gap de financiamento é normalmente fornecido pelo vendedor, ou um financiador de fluxo de caixa, ou uma combinação destas partes) . Por esta razão, a avaliação BVX será diferente, dependendo dos parâmetros operacionais de modalidade de financiamento e desempenho futuro.

É muito mais do que determinar uma quantidade teórica de dinheiro. Trata-se de ver isso acontecer. Trata-se de poupar tempo em negociações de acordos, gerar credibilidade aplicando experiência e conhecimento na solução de negociações de Fusões e Aquisições.

Plano de Saida

Estratégias bem sucedidas – e honrosas – para definir a hora de parar.

Um olhar técnico e comportamental sobre a decisão premiar com liquidez e lucratividade o esforço de toda uma vida.

Confirmando algumas das projeções que temos realizado ao longo dos últimos meses, e em meio a um turbilhão de boas novas, o nosso País também passou a figurar definitivamente no cobiçado e interessante roteiro global das fusões e aquisições. Mais do que isso, o cenário de negócios no Brasil, como sempre enfatizamos, passou a ter sobre ele uma grande lente que expõe ao mundo inúmeras oportunidades, e um mercado pujante, de consumidores cada vez mais exigentes e com acesso aos mais diferentes tipos de produtos e serviços. O irônico disso tudo é que exatamente em meio a este circulo virtuoso, muitas empresas – a imensa maioria familiares – estão hoje descompassadas entre a boa fase do mercado e a fase atual de seu ciclo de vida. Questões ligadas à sucessão, endividamento, crises societárias, disputas patrimoniais, capital limitado para investimentos, infra estrutura, entre outras, exauriram o foco e energia para poderem responder aos estímulos deste novo ambiente. Mas existe uma saída, ou melhor, pode existir uma solução verdadeiramente vantajosa, que depende de uma decisão rápida, e convicta, sobre como desenvolver e executar um Plano de Saída.

Antes de mais nada, é preciso ter em mente que existem apenas dois caminhos de saída a considerar: a realização de ganhos e lucros, ou a realização de perdas e prejuízos. Por isso, um Plano de Saída não é apenas uma decisão, mas sim um roteiro cuidadoso de providências e ações que permitam um processo bem sucedido, e principalmente lucrativo.

Tecnicamente é possível determinar algumas formas mais comuns, e portanto mais prováveis, de como poderia ser executada a saída parcial ou total de um negócio:

  • Um comprador estratégico: normalmente um investidor ou empresa que conhecem detalhadamente o ambiente de atuação do negócio, e ofereçam sinergia;
  • Um investidor financeiro: a quem pode ser defendida uma tese de desenvolvimento, agregação de valor, e múltiplos sobre o lucro no futuro;
  • Abertura do capital em bolsa (IPO): uma boa solução para determinados portes de empresa e segmentos de atuação;
  • Venda de cotas a outro sócio já existente: condicionada a condições patrimoniais e/ou de acesso a financiamentos por parte do sócio;
  • Liquidação: transformar ativos em recursos líquidos, quando não parecerem viáveis as opções de continuidade.

Visto sob um prisma menos empresarial e mais comportamental, o momento pessoal do empreendedor também interfere fortemente na escolha deste processo. O cansaço de uma luta extenuante, doenças inesperadas que reclamam por prioridade, mudanças na forma de enxergar a parte da vida que vem pela frente, ou até mesmo a necessidade de capital para lançar-se em novos riscos, dão o sinal de que chegou a hora de parar e de mudar. Recentemente, ao saber de nossas experiências tanto pessoais quanto profissionais em Plano de Saída, um experiente consultor de M&A americano me presenteou com um livro de onde extraí uma outra verdade intrigante: "uma estratégia de saída não significa necessariamente abandonar algo que você ama fazer."

O autor do livro “The Wright Exit Strategy”, Bruce R. Wright, vai mais além e nos provoca a refletir sobre 3 questões desconcertantes:

  • Quanto é "o bastante"?
  • Quando é "o bastante"?
  • O que você está fazendo para mudar do calendário A para o calendário B (pretendido)?

Obviamente que, como em qualquer outro livro, a percepção e relevância destas mensagens é diretamente proporcional ao olhar e momento de cada um. Quantificar monetariamente o ponto ideal de saída é uma questão com diversas respostas, mas entendo que é fundamental submetê-la a uma crítica racional, e contarmos com apoio para “calibrar” esta expectativa. Determinar uma data, um período, também não é tarefa fácil, pois são muitas as interveniências prováveis, que nos exigem uma dose razoável de flexibilidade, determinação, orientação e paciência para saber a hora certa de apertar o botão vermelho. E por fim, precisamos nos abastecer de um indispensável poder da auto-crítica, capaz de nos retirar da posição de expectadores e nos colocar na posição de atores neste grande cenário de mudanças.

"Nunca na história deste País" um assunto precisou tomar tanta atenção dos empresários e empreendedores familiares como esta importância em saber elaborar adequadamente, e com sentido de urgência, o seu Plano de Saída, e não há outra forma de fazê-lo, se não dar com segurança e firmeza os primeiros passos.